7 dicas para aplicar a cidadania digital

Cidadania digital é o uso da tecnologia de forma responsável. É direito e dever de todos saber usar corretamente as inovações tecnológicas que surgem ao nosso redor.

Considerando que o cidadão digital é aquele que usufrui dos seus direitos e cumpre os seus deveres quando desenvolve algum tipo de atividade em ambiente digital, é preciso que ele saiba o que pode e o que não tem permissão para fazer. Além de fundamentarem as ações do cidadão digital quanto à sua conduta, essas informações são importantes pois permitem que ele reflita sobre outras questões, como formas de exposição e segurança.

De nada adianta entender o conceito de cidadania digital, os seus elementos sem saber para que serve. Por isso, trazemos 7 dicas para que você seja capaz de aplicá-la de modo útil em sua prática cotidiana. Vamos lá conferir?

1. Conheça os recursos que utiliza

É impossível saber usar alguma ferramenta sem ter informações sobre o seu funcionamento, não é mesmo? Por isso, o primeiro princípio para exercer a cidadania digital é conhecer os recursos. Se você usa aplicativos ou sites bancários, redes sociais, e-mails, dispositivos online de mensagens instantâneas ou qualquer outra página da internet, é fundamental entender o que cada um é e como funciona.

2. Seja cauteloso com os seus dados

O uso da internet deixa rastros que podem ser facilmente identificados e seguidos por pessoas que entendem do assunto. Dessa forma, é muito importante que você proteja os seus dados, de modo a evitar o roubo de informações pessoais. Isso pode ser feito por meio da criação de senhas seguras — com trocas periódicas —, instalação de um bom software antivírus e uso dos próprios equipamentos eletrônicos para acessar a internet.

3. Respeite o espaço do outro

A popularização das redes sociais, como Facebook, Instagram, Twitter e mesmo WhatsApp, tem modificado a forma como as pessoas interagem, muitas vezes, tornando públicas as trocas de informações. Por essa razão, você deve ter cautela na hora de abordar ou se referir ao outro, evitando situações desconfortáveis, como discussões e exposições. É bom lembrar que a comunicação online é um terreno fértil para mal-entendidos.

4. Tome cuidado com as informações recebidas

Uma característica básica do ambiente digital é a possibilidade de os seus usuários repassarem informações de forma rápida e com destino a muitas pessoas. Isso é bom e ruim. O lado positivo é a facilidade de propagação de informações úteis. Mas muitas informações que chegam, principalmente por meio de links, podem conter vírus que danificam o dispositivo e se espalha para seus contatos.

5. Compartilhe somente o que tem certeza

Estamos na era das fake news, ou seja, as notícias falsas. E não há forma mais eficiente de divulgá-las do que através de ambientes digitais. Por isso, você deve ter capacidade de identificar a veracidade do que está recebendo, o que pode ser feito checando a fonte ou mesmo analisando a viabilidade do que está sendo informado, para só então divulgar a informação aos seus contatos.

6. Reflita sobre as suas ações na rede

É importante que a atuação do usuário no universo digital seja benéfica para ele e para os outros e esteja de acordo com princípios éticos e preceitos legais. Desse modo, vale a pena refletir sobre a sua conduta na rede. São relevantes reflexões como: Estou passando muito tempo conectado? Navego em sites seguros e com informações confiáveis? Estou me expondo demais nas redes sociais?, entre outras.

7. Alerte seus colegas, amigos e familiares

Um de nossos deveres éticos como cidadãos é estimular as outras pessoas a fazerem o que é correto. Por essa razão, quando notar uma conduta inadequada ou ilegal, um risco à vista e até mesmo o excesso de utilização das tecnologias digitais, é muito importante que você alerte os seus colegas, amigos e familiares, explicando os motivos da orientação e lembrando a eles que está interessado no bem-estar de todos.

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Estimativas para o futuro

Não precisamos ir muito longe para ter uma ideia do potencial da cidadania digital, basta lembrarmos — ou, no caso dos mais novos, imaginarmos — como eram algumas tecnologias há cerca de 10 anos. Embora a internet já existisse em larga escala, ainda não era tão acessível às pessoas das mais variadas condições socioeconômicas, como é hoje, sendo comum a utilização de lan houses, cada vez mais raras atualmente.

A navegação na internet por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, também era restrita, pois, além de esses aparelhos não serem tão numerosos como agora, o seu uso digital dependia da contratação de planos de dados, nem sempre baratos. Também os diversos tipos de aplicativos, como o popular WhatsApp, que parecem indispensáveis hoje, estavam em fase inicial de desenvolvimento.

Essas diferenças de qualidade do produto e de alcance de número de usuários que existem entre muitas ferramentas digitais que estavam em funcionamento há cerca de uma década e as que estão disponíveis hoje caracterizam os mais variados segmentos da sociedade. Assim, a tecnologia evoluiu de forma significativa nas áreas da saúde, educação, indústria, agricultura, comércio, finanças, além da comunicação e do entretenimento.

Essa evolução digital, que em muitos casos se configura como uma verdadeira revolução tecnológica, vem mudando de maneira considerável as práticas nesses campos sociais. Tendo em vista tal cenário e o desenvolvimento contínuo de novas tecnologias, não é difícil fazer determinadas previsões sobre o que está por vir a curto, médio e até mesmo a longo prazo.

Entre as estimativas da cidadania digital para o futuro, podemos pensar na intensificação do uso das tecnologias já utilizadas, na substituição de algumas práticas presenciais e impressas por procedimentos virtuais e a busca cada vez maior pela segurança na rede. É bastante provável que, se estimulado, o exercício da cidadania digital só traga benefícios não só para os indivíduos, mas para toda a sociedade.

Com o acelerado desenvolvimento tecnológico, sobretudo no campo da inteligência artificial, tem sido cada vez maior o número de recursos úteis às mais diversas finalidades. Para que possamos usufruir de forma plena de todas essas tecnologias, usando-as de maneira a maximizar as suas vantagens e driblar os seus potenciais pontos negativos, é fundamental o exercício da cidadania digital.

Por Renata Almeida
Fonte
https://www.docusign.com.br/blog/cidadania-digital-tudo-o-que-voce-precisa-saber/

priscilapestana@adv.oabsp.org.br

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